quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Viagem estudantil ao centro histórico de Salvador

  

Dia 20/11/2015, mais uma vez os estudantes do 1º ano matutino e vespertino do CEACO tiveram o privilégio de visitar o centro histórico de Salvador, mais conhecido como Pelourinho.

O Museu da Misericórdia, primeiro a ser visitado pelos estudantes, é um dos mais importantes espaços culturais da Bahia, possuindo em seu acervo obras que contam um pouco da história do estado e do país. Ainda dentro do museu, encontramos a Igreja da Misericórdia, considerada um marco de arte portuguesa e um dos mais belos monumentos religiosos de Salvador.

              
Ainda pela manhã, os estudantes visitaram a Igreja e convento São Francisco um dos melhores modelos da primeira época do estilo Barroco que é toda revestida de talha dourada, que lhe dá a aparência de uma grande “igreja de ouro”.

     


Após almoço alunos e professores circularam pelas ruas do Pelourinho, visitaram a Escola Olodum e em seguida a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, uma igreja católica de salvador construída pelos negros e frequentada pelos mesmos, num tempo em que eles não tinha espaço nas outras igrejas.


     

Logo após, a visita ocorreu na antiga Escola de Medicina da Bahia – um Patrimônio Artístico e Cultural do Brasil, onde atualmente funcionam o Memorial de Medicina, a Biblioteca Histórica, o Museu Afro-Brasileiro e o Museu de Antropologia e Etnologia da UFBa, onde os estudantes puderam conhecer um pouco da cultura africana em obras de arte trazidas daquele continente, chamando a atenção de todos a sala dos orixás com obras do artista baiano Caribé.    

                     

Além disso, os estudantes participaram da Lavagem da Estátua de Zumbi dos Palmares, onde estavam ocorrendo diversas apresentações culturais e manifestações de movimentos Negros em comemoração ao dia da Consciência Negra.

          

Encerrando a nossa belíssima viagem com a visita ao Mercado modelo – tradicional centro de artesanato, típico da Bahia, local onde reúne o que há de mais expressivos nas tradições locais.

                                                                                           Por Lyandra Marcia e Cananda Virginia 


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