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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

CEACO realiza etapa escolar dos JERP


No dia 11 de agosto, no Colégio Estadual Aristide Cedraz de Oliveira (CEACO), deu-se o início a etapa escolar do JERP (Jogos Estudantis de Rede Pública), no campo society do Auto-Posto Ichuense, com os jogos classificatórios entre equipes formadas por turma, em cada turno.


Nesse primeiro dia de jogos, no matutino foram: o 2° ano jogou contra o 1° e conseguiu a vitória nos pênaltis; o segundo jogo foi o 3°ano contra o 1° com  a vitória do 3° por 3x1, e em seguida o 2°ano perdeu de 2x0 para o 3°. 
Com essas vitórias o 3°ano ganha a etapa classificatória do matutino e se classificou para a final da competição.
Na final, o jogo entre matutino e vespertino, o 3°ano matutino deu uma goleada sobre o vespertino com a vitória de 7x0, vencendo assim a primeira etapa dos JERP. 



      Por Darllan Oliveira, Emerson Santos, Gabriel Natan

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Arte - Educação: grafitando respeito

No dia 12 de agosto de 2015, o CEACO realizou a oficina de grafite que contou com a parceria do grafiteiro “Kbeça”, de feira de Santana, que auxiliou os alunos a grafitarem em um espaço externo da escola (muro).

Os estudantes foram escolhidos através de um sorteio entre as turmas do 1º, 2º e 3º ano. Os sorteados do turno matutino foram: Andreissa, Lyandra, Clara, Leilane, Iasmyn, Jessica, Maicon, Renata, Ronald e Eduarda. Os estudantes no turno vespertino foram; Emerson, Mari, Alison, Iolanda, Rebeca, Izabel, Sthefany além de Henrrique, Denilson e Damião que participarão apenas do primeiro momento da oficina (já que tiveram que participar da partida do JERP no restante da tarde), em que o grafiteiro falou sobre a arte do grafite e orientou os estudantes a criarem os painéis em papel oficio.
A parceria de “Kbeça” com a escola é uma forma de interação com os estudantes e a arte do grafite, que a algum tempo atrás não era reconhecido como arte e sim confundido com o ato de “pichação” (vandalismo).
Os estudantes mostraram-se bastante interessados no projeto da escola, que atraiu a atenção de todos os alunos (os que não foram sorteados participaram como telespectadores).
Os painéis produzidos pelos estudantes estão abertos ao público estudantil e aos visitantes da escola. 

Por Gabriela Mendes, Tatiane Oliveira e Lizandra Araújo.





CEACO debate oportunidades formação e atuação profissional


No dia 10 de agosto, iniciou-se a Semana do Estudante do CEACO e como em anos anteriores, a semana foi aberta com uma mesa-redonda realizada no pátio do colégio, nos turnos matutino e vespertino, tendo como tema: "Os jovens e a ocupação dos espaços na sociedade: perspectivas de trabalho".



Para debater o tema com os estudantes, foram convidadas as ex-alunas Katia Marciana, que trabalha no Centro Público de Economia Solidária, Edeline dos Santos, Técnica em Agropecuária e Neyla Reis, que trabalha no Instituto Federal Baiano (IF-Baiano).


As ex-alunas debateram com os atuais estudantes sobre as possibilidades e desafios do mercado de trabalho, as experiências da profissão em que exercem e as oporutnidades de curos de formação profissional no IF-Baiano, que sendo instalado em Serrinha e na Fundação Bradesco.

Por Gabriela Barbosa e Vitória Karollayne











terça-feira, 11 de agosto de 2015

Oficina de Arte fotográfica no CEACO

No dia 26 de maio 2015, às 14h, aconteceu no Colégio Estadual Aristide Cedraz de Oliveira a terceira oficina de fotografia com tema “Cidades (des)enquadradas em imagens”. 


 A oficina foi realizada pelo Grupo de Pesquisa Trace da Universidade Estadual de Feira de Santana, coordenado pela professora Dra. Elenise Cristina Pires de Andrade e contou também com a presença da professora pesquisadora e artista fotográfica Dra. Alik Wünder da Universidade de Campinas (UNICAMP), que trabalhou com os alunos na edição das fotografias produzidas por eles, a partir da primeira oficina, fazendo montagens/alterações visando a criação de outras imagens desquadradas, ou seja, imagens dos lugares em que vivemos em ICHU, produzidas de modo artístico, sem a pretensão de representar os lugares mais importantes da cidade.

 
Os estudantes gostaram muito da oficina por que lhes ajudou a perceber várias maneiras de produzir uma boa fotografia e perceberam, também, que para ter uma boa fotografia não precisa ter beleza basta só você encontrar um ângulo exato e fotógrafa-lo. 


Os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer novas formas para deixar as imagens mais bonitas, usando tintas guache, água e esponja de aço. Outra maneira interessante de produzir imagens foi recortar fotografias e motar outras combinando pedaços de diferentes imagens, produzindo outras imagens fotografando novamente essas montagens.

Por Henrique Oliveira e Adilson Silva






PSE realiza atividades no CEACO

No dia 25 de maio de 2015, aconteceu no Colégio Estadual Aristides Cedraz de Oliveira (CEACO), o Programa Saúde na Escola (PSE), onde foram desenvolvidas diversas atividades com a presença dos profissionais da saúde como dentista, educador físico, técnicos em enfermagem e agentes e saúde. 


 As atividades, no turno matutino, tiveram início com um teatro sobre o tema “abuso sexual a crianças e adolescentes”, em que duas integrantes do grupo interpretavam crianças e um homem encenava o papel de abusador. Diante do drama apresentado pela equipe, os estudantes puderam entender melhor e se conscientizar sobre esse assunto que acontece com frequência em nossa sociedade.
 


Logo após, os alunos seguiram cada um para a sua sala, para serem realizados procedimentos, como, aferição de pressão, pílula contra verminose, índice de massa corporal e saúde bucal.  

 

Além disso, os estudantes passaram por uma consulta médica, para verificar manchas no corpo e assim fazer um trabalho preventivo contra a hanseníase.
Os estudantes acharam muito importante a participação destes profisionais no Colégio, pois incentiva muito os alunos, professores e funcionários a cuidar melhor da saúde. 

Por Carolina Oliveira, Iolanda Almeida, 
Mateus Oliveira e Nandiala Isabel.


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Terceiro dia da semana do estudante : PROVE

Hoje, dia 6 de agosto, as oficias referente as artes visuais, se iniciaram com total chave de ouro, e um espetáculo como nunca ocorreu antes!

Milena e Kbça, que atualmente residem em Feira de Santana, fizeram uma apresentação referente ao seu trabalho, grafite em geral, e frisou o fato das oficinas que eles realizaram com os jovens, ensinando-os sobre arte de grafitar, e técnicas em geral.
Ao final do mês de setembro ocorrerá um encontro de grafiteiros em Feira de Santana.
Após finalizarem a apresentação, sobre o que é grafite, como ele aprendeu a gostar da arte etc, ele fez ao vivo um grafite.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Estudantes do CEACO prestam homenagem à ex-colega Laiane Araujo

No dia 03 de agosto deste ano, no turno vespertino, estudantes, professores e funcionários do CEACO se reuniram no pátio da escola para homenagear a ex-estudante Laiane Araújo, 1º ano vespertino, brutalmente assassinada pelo namorado na noite do dia 29 de julho.



Primeiro dia de aula depois do ocorrido, os estudantes do vespertino, especialmente os colegas e amigos mais próximos, expressaram sentimentos de dor e inconformação com a perda da amiga, num clima de tristeza e choro, quase incontroláveis em alguns estudantes.
Os primeiros momentos da tarde foi de acolhimento, confortação e diálogo entre os próprios estudantes e entre eles e os professores, não havendo clima para que as aulas acontecessem normalmente. Inclusive foi necessário levar algumas estudantes ao hospital, por não se sentirem bem com o clima de comoção que se instalou.
Choro, silêncio e conversas preencheram a primeira hora da tarde, ao mesmo tempo que um grupo de estudantes preparavam cartazes e fotografias em homenagem à estudante, enquanto funcionários e professores organizavam o pátio para o momento de homenagem.


Por volta das 14h30, num clima de silêncio nunca visto na escola, os estudantes, professores e funcionários se reuniram no pátio. Os professores se revesaram, expressando-se sobre o ocorrido buscando refletir com os alunos sobre as constantes situações de violência que envolvem os jovens brasileiros, na atualidade, sendo a principal causa de morte nessa faixa etária e sobre a necessidade e as possibilidades de se evitar tais situações, inclusive nos relacionamentos afetivos.
Além disso, os professores disseram palavras de ânimo e entusiasmo para os estudantes, pedindo-lhes que guardem na memória somente as coisas boas que Laiane espalhou entre todos, na escola e na comunidade, buscando superar o momento de tristeza, procurando voltar a ter uma vida normal, vivendo momentos de alegria e situações que ajudem apagar um pouco a tristeza que tomou conta de todos.
Após esse momento de diálogo, os estudantes exibiram um vídeo que fizeram em homenagem a Laine e reproduziram a música "Sua história" de Mc Gui, momento que novamente provocou muita comoção e choro entre os estudantes. 


Após a homenagem novas palavras de ânimo foram ditas pelos professores e todos se abraçaram formando um círculo em um momento de oração pela estudante Laiane, por seus familiares, colegas e amigos, para que superem o momento de angústia e tristeza, como também pelo jovem que cometeu o crime e seus familiares, que também estão sofrendo. 
A tarde de trabalho foi encerrada com a merenda e a saída silenciosa dos alunos, professores e funcionários.




 















quinta-feira, 25 de junho de 2015

Uma guerra contra quem?

  Todos anos que presencio a tradicional guerra de espadas, leio nos sites da cidade e/ou ouço os comentários das pessoas sobre ela fico me questionando sobre os sentidos de se manter ou não esta tradição.
  Primeiro, me questiono sobre porque manter qualquer tradição que carregue em si o nome de “guerra”, por se tratar de ato de violência ou que a ela remete, em que há vencedores e vencidos. Segundo, porque as tais guerras de espadas estão proibidas inclusive em cidades cuja tradição é bem maior, como Cruz das Almas, pelo fato de causar muitos ferimentos, que não podem ser classificados como acidentes com fogos, é claro, já que há uma intencionalidade de guerra, um fogo cruzado, literalmente, pelo menos em cidades como lá. Aqui em Ichu também, a cada ano, ouvimos algum caso de que alguém foi queimado pelas espadas, inclusive já presenciei crianças que, assistindo à distância aquele fogo impressionante, foram atingidas e por pouco a tal guerra não cumpriu seu intento: vitimar pessoas inocentes.




   Terceiro, me pergunto sobre quem participa desta guerra em Ichu. De um lado os que tem dinheiro de sobra para queimar (cada espada custa uns míseros R$ 20,00) e de outro os jovens pobres, a maioria negros, da periferia (historicamente da rua Gerson e, nos últimos anos, do Bairro Cortiço) que se arriscam a entrar no fogo cruzado (de fato não há fogo cruzado se esses jovens não tem fogo algum em suas mãos para enfrentar a tal guerra) em busca das prendas da fogueira, que para eles tem muito valor: algo para consumir ou mesmo que tem valor simbólico (vangloriar-se do feito de ter tirado um “prêmio” na fogueira).
   Por último, me incomoda demais a possibilidade desta tradição está sendo bancada pelo poder público, o que certamente não aconteceu somente na atual gestão. Já ouvi comentários de que cada secretaria entra com um valor, uma espécie de vaquinha feita com notas frias, já não há possibilidade de se comprar um produto ilegal com dinheiro público. Ressalto que isso pode não está acontecendo mais, não ouvi nenhum comentário deste ano, mas de outros anos sim, inclusive de outras gestões, comentários feitos por secretários que não concordavam com a prática, mas fazia, já que todas as secretarias iriam colaborar com os fogos.
   Mais indignado fico, ainda, em vê que esses fogos, possivelmente adquiridos com o dinheiro público, são soltados por pessoas de condições, achegados da gestão municipal: correligionários ou militantes políticos, filhos, irmãos, sobrinhos de prefeitos/secretários e até mesmo secretários, pudemos ver nesses anos todos, repito, em todas as gestões que se passaram, nas últimas três décadas. 
   Mesmo que as espadas não sejam direcionadas à fogueira com a intenção de queimar as pessoas, que nela pretendem adquirir algo para consumir, elas soam como o poder público bancando um ato violento contra os jovens da periferia que se expõem a tal perigo, inclusive, esse ano, com rostos encapuzados (proteção) para ainda mais criar o clima de guerra nas fascinantes imagens que aparecem em fotografias e vídeos produzidos no evento e publicadas na internet.



  Enfim, penso que se alguém acha que vale a pena manter uma tradição já proibida em cidades mais badaladas, como Cruz das Almas, e o pior, bancada com dinheiro público, deveríamos, minimamente, defender que esses fogos fossem entregues para esses jovens da periferia que se arriscam a mergulhar no fogo cruzado em busca dos “prêmios” da fogueira, para que essa guerra fosse justa e garantisse à parcela desfavorecida, envolvida no evento, igualdade de condições, de poder e diversão, para participar, havendo assim a real possibilidade de haver “fogo cruzado”. E o dinheiro público pelo menos seria gasto (isso não pode ser chamado de investimento na cultura) com os jovens que mais precisam de oportunidades na cidade.

Por Edivan Carneiro de Almeida

Imagens: AL Notícias

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Alvorada abre o Arraiá do CEACO mais uma vez


Nesta segunda-feira, dia 22 de junho de 2015, aconteceu mais uma alvorada abrindo o tradicional Arraiá do Colégio Estadual Aristides Cedraz de Oliveira.
 
Os participantes se encontraram no centro de abastecimento da cidade às 5 horas da manhã e de lá andaram por algumas ruas e avenidas da cidade de Ichu acordando a população com músicas, bombas e foguetes para fazer a chamada da festa que acontecerá hoje à noite a partir das 20 horas. 


A alvorada contou com a presença dos alunos, que foram caracterizados para a alegria do festejo, alguns ex-alunos e estudantes do Colégio Luiz Júlio que ajudaram a animar o evento, além da direção e alguns professores e funcionários. E para ajudar com a animação o festejo contou também com o carro de som e a locução do estudante Matheus Oliveira que estava fazendo as chamadas para a festa. 

Após andarem pelas ruas os alunos pararam na praça ao lado do Barracão Municipal aonde aconteceu uma quadrilha improvisada narrada pelo estudante do 3º ano Rafael Ronald que contou inclusive coma participação funcionários e professores.

Por Cananda Carneiro